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Petisco Ranzinza –

Equipe Clube dos Bichos

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petisco ranzinza

Certo dia, mais ou menos na metade do ano de 2017, eu – Petisco Ranzinza – havia perdido o meu humano. Um dia ele saiu e simplesmente não voltou mais. Não sei ao certo o que aconteceu, apenas ouvi dizer depois que ele tinha falecido.

Mas ainda assim, durante 3 meses, todos os dias eu ficava no portão no fim da tarde, esperando ele voltar pra casa. A humana viúva trabalhava fora o dia inteiro.

Os vizinhos, então, começaram a ajudar e a cuidar de mim (porque eventualmente de fim de semana, a viúva dormia no trabalho).

Eu era muito próximo do meu humano favorito, meu senhorzinho!!! Vivemos juntos por uns 8 anos aproximadamente, porque ele também já tinha me adotado de um outro casal de médicos.

Ficávamos juntos no sofá, e todo domingo assistíamos futebol (na verdade ele assistia, com a cervejinha dele na mão, e eu dormia do ladinho dele).

Por ser muito apegado a ele, eu não tinha vínculo e nem afeto pela humana esposa dele, e quando ele partiu eu comecei a sofrer maus tratos. E então, em outro bairro próximo dali, tinha uma humana chamada Suellen, que tinha acabado de perder o seu filho cocker, Binho, que ela tanto amava.

Ela estava se sentindo muito triste, sozinha e vazia. Quase entrou em depressão. Então ela começou procurar cockers na internet, de todos os tipos, para comprar ou adotar, não importava, ela apenas queria um novo amiguinho para tentar se alegrar um pouco.

Foi quando me viu para adoção no Facebook (e detalhe, eu já era um idosinho, tinha uns 12 anos).

Mas quando ela foi me conhecer, eu estava muito agressivo e arredio e tentei atacar ela. Então ela desistiu da adoção.

Dias depois minha protetora tia Denise ligou pra ela, chorando e dizendo que a viúva iria me colocar na rua caso ninguém fosse me buscar. E foi então que, no dia 23 de Agosto de 2017, Suellen me buscou para me dar um lar temporário por apenas 30 dias, pois tia Denise já tinha conseguido outro adotante e eu iria viajar de avião; mas teria que colocar as vacinas em dia para poder embarcar. ✈️ 


E foi nesse período de mais ou menos 30 dias, que eu e Suellen fomos nos aproximando, de pouquinho em pouquinho. No começo foi bastante difícil, pois Suellen é o tipo de humana “Felícia”, que gosta de apertar, beijar, pegar no colo. Já eu, sou o tipo de cachorro que não gosto muito de “gracinha”. rs

Confesso precisei dar algumas mordidas na Suellen, e digo que até hoje isso ainda acontece. Mas é porque ela que me provoca.
petisco ranzinza

Hoje, ela já aprendeu a me respeitar e me ama assim do meu jeito, ranzinza. Nós dois tínhamos perdido um companheiro, nós dois estávamos sofrendo. Um ajudou na dor do outro, e o que era pra ser um apenas um lar temporário.

Hoje estamos completando quase 3 anos de amor e companheirismo, agarros e mordidas 👩🏼💖🐶 


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  • Bichinho: Petisco Ranzinza
  • Tutora: Suellen “Felícia”
  • Instagram: @petisco.cocker

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