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Cachorro pequeno de pelo curto: veja os 7 mais queridos.

Equipe Clube dos Bichos

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O tipo do pelo e o tamanho são questões importantes quando pensamos em adquirir um cãozinho de estimação. Certamente, o cachorro pequeno de pelo curto é um dos queridinhos dos tutores, pois se adaptam facilmente a vários tipos de ambientes.

O ambiente urbanizado dos grandes centros, com muitos prédios e pouco espaço, faz com que as pessoas escolham cachorros pequenos e de pelo curto – já que com esse tipo de pelagem, é mais fácil fazer a higienização do bichinho e das residências.

Então, mostraremos agora 7 cães pequenos e de pelo curto para você conhecer, se apaixonar, e quem sabe levar um para casa!

1. Fox paulistinha

CACHORRO PEQUENO DE PELO CURTO

Também conhecido por Terrier brasileiro, essa raça atrai adeptos pois é leal e tem extrema devoção a seus tutores. Aliás, esse é uma raça de cachorro pequeno de pelo curto muito saudável e calmo, sempre aparece como um dos queridinhos para o uso em comerciais para a TV.

Quanto a sua origem, há duas versões: na primeira, afirma-se que quando o Fox Terrier e o Jack Russel Terrier aqui chegaram vindos de navio, um da Holanda e o outro de Portugal.

A segunda teoria, mais aceita, diz que estudantes brasileiros (que estudavam fora do país) trouxeram cães de pequeno porte para cá, e esses cruzaram com algumas raças de cachorros pequenos do interior de São Paulo.

Ele pode ser pequeno, mas é um cão com muita energia; por isso é necessário que você crie uma rotina de atividades e brincadeiras – mas fique atento para não o sobrecarregar.

Sua personalidade é alegre, gentil e animada, e eles odeiam ficar sozinhos. Mas, apesar dessas qualidades, o Fox não se dá bem com pessoas estranhas e outros bichos. Comece a adestrar seu pet desde cedo, dando a ele tempo e espaço para que se acostume com presenças diferentes na casa.

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2. Beagle

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A origem deste pet é a Grã Bretanha, mas os cientistas não conseguiram definir um ano exato para seu surgimento. Sabe-se que os Beagles costumavam caçar veados e lebres nas cidades rurais inglesas.

Seu nome possui 2 significados: pode ser “pequeno”, na língua celta; ou no francês “boca alta” e “boca aberta” – já que late bastante. Em 1884, reconheceu-se este cachorro pequeno de pelo curto, mesmo ano em que se criou o American Kennel Club (AKC).

Essa raça tem por características olhos marrom escuros ou avelã, sendo grandes e pouco profundos. O focinho é preto e arredondado, e possui dentes fortes.

As orelhas são longas, com extremidades arredondadas e caídas junto ao rosto.

Contudo, por terem tendência ao sobrepeso, é bom que você controle a quantidade de ração e petiscos que seu pet recebe.

A pelagem da raça pode ser bicolor ou tricolor, e as cores mais comuns são preto, marrom e branco; a ponta de sua cauda é sempre branca. Além disso, o pelo é curto e denso, muito resistente à chuva – só é preciso escová-lo toda semana, para eliminar os pelos soltos.

Certamente, essa é uma das raças mais carinhosas que existe. Outro fato marcante sobre o Beagle é que ele gosta de aventuras, e passa muitas horas farejando todo tipo de odores. O único momento em que ele para de investigar é na hora de comer.

3. Dachshund (Salsichinha)

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Popularmente conhecido como salsichinha, essa raça alemã é muito querida por conta do charme que são suas patas curtinhas.

O objetivo da criação de seu formato diferenciado foi permitir que pudesse caçar texugos, entrando em suas estreitas tocas.

Além de ser um caçador eficaz, o Dachshund atua com louvor como cão de guarda.

A raça é famosa pelo alto estado de alerta, então, se alguém tentar invadir sua casa, o cãozinho logo avisará com muitos latidos.

Com a I Guerra Mundial, surgiu um sentimento anti alemão – o que culminou, infelizmente, na rejeição da raça em países como Inglaterra e Estados Unidos. Mas o reconhecimento veio em 1972, quando um Dachshund (de nome Waldi) foi o cachorro pequeno de pelo curto escolhido como mascote das olimpíadas de Munique; ele foi o primeiro mascote oficial dos jogos olímpicos.

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4. Pinsher

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A história do surgimento dessa raça é incerta, mas, sabe-se que ela é alemã, e tem 200 anos que circula por aí. O registro oficial é de 1925, e este cão é fruto do cruzamento entre alguns terriers, Dachshund e Greyhound.

Bastante popular no Brasil, o Pinsher é famoso por sua energia, territorialismo, inteligência e apego ao dono. Além disso, eles gostam de fazer amizade com crianças. Caso queira esse cãozinho para chamar de seu, é bom adestrá-lo desde filhote, para que a convivência com outros animais seja tranquila.

Seu tamanho varia de 25 a 30cm; já o peso vai de 4 a 6kg. A expectativa de vida da raça é longa, variando dos 12 aos 15 anos. O pelo é liso e denso, e cai de modo considerável. Se puder, escove-o todos os dias – isso evita acúmulo no chão e deixa a aparência do seu pet cheia de brilho.

A cor do Pinsher é uma só, com tons que vão do marrom ao vermelho. O preto não domina, e pode vir acompanhado por manchas marrons ou vermelhas – principalmente nas patas e rosto.

Seu quadro de saúde geralmente é bom, mas você deve ficar atento as patas do seu pet. Isso porque os cães dessa raça podem desenvolver um problema no joelho, a luxação de patela, comum em cachorrinhos pequenininho, leve-o regularmente ao veterinário para se antecipar ao surgimento de possíveis problemas.

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5. Pug

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Ele é originário da China – já que, por volta de 1700 a.C., foram encontrados cães semelhantes a raça na região. Acredita-se que são o resultado do cruzamento entre Lo-Sze, Lion Dog e Pequinês.

Sempre se classificou o Pug como cachorro pequeno de pelo curto de companhia, e assim sendo, foi levado a Europa no fim do século XVI. A intenção dos chineses era presentar os comerciantes europeus com o animal pois, além de dóceis, esses são cães que se adaptam a todas as faixas etárias, e criam fortes relações com seus tutores.

A popularidade da raça foi tão instantânea que agradou até a realeza. Ele certamente era o pet favorito de Josefina Bonaparte, esposa de Napoleão Bonaparte – general e imperador da França – e de Maria Antonieta, delfina da França e mulher do rei Luís XVI. Chique, não?

Seu porte é pequeno, com peso variando de 6 a 8kg, com estatura média de 30cm. As principais características desse cachorrinho de pelo liso pequeno são seus olhos “saltados” e grandes rugas em seu rosto. A cauda, toda enrolada e para cima, é o toque final de charme.

O Pug é um cãozinho bem teimoso, e tende a seguir suas próprias vontades; ele ocupa o 53º lugar na lista de inteligência para adestramento. Gostam muito de comer, e podem vir a sofrer de obesidade. Por isso, observe a quantidade de ração que seu pet come – além, é claro, de manter uma rotina de passeios (não muito longos) para ele.

Todavia, por ter o focinho achatado, problemas respiratórios poderão acontecer – e os Pugs sofrem muito em locais de clima seco. Além disso, fora os olhos e o focinho, preste bastante atenção as dobrinhas do seu bichinho. É preciso higienizá-las constantemente, para que não acumule sujeira ou facilite o surgimento de problemas de pele.

6. Bulldog francês

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Apesar de indicar nacionalidade francesa, essa raça surge na Inglaterra, durante o século XIX. Devido a Revolução Industrial, muitos artesãos partiram para a França em busca de trabalho. Desse modo, o cãozinho tornou-se popular na região, assumindo a cidadania daquele país.

Esses são animais muito afetuosos e grandes companheiros de seus tutores. Buldogues franceses são a companhia perfeita para crianças, pois são brincalhões e calmos, e fazem amigos com facilidade.

Tanto carinho e atenção torna o bicho dependente de sua companhia, portanto, interaja com ele sempre! Se sua rotina é mais puxada, passando longas horas para voltar a casa, talvez um melhor amigo dessa raça que não cresce muito não seja sua melhor opção de pet.

Por conta de seu tamanho, além de problemas na coluna e de respiração (já que como o Pug tem o focinho achatado), os Buldogues superaquecem e beiram a exaustão no momento do acasalamento.

Por isso, a grande maioria deles é gerada por inseminação artificial e o parto quase sempre é cesáreo, para evitar complicações para a fêmea.

Os passeios devem ser estimulados para a raça, contanto que não sejam muito longos, com exercícios leves. A alimentação também demanda cuidado, já que esses cães tendem a ter obesidade. Seu peso não deve ultrapassar 12kg.

7. Chihuahua de pelo curto

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Considerada a menor raça de cão do mundo, ele ganhou o nome do maior Estado do México. Supõe-se que seu ancestral viveu de forma selvagem até que índios Astecas o capturaram e domesticaram.

Em suma, seu corpo é compacto e tem fama de ser rápido, inquieto e bastante corajoso. Seus olhos são grandes e redondos, muito expressivos e escuros. As orelhas são grandes, eretas e não tem dobras, sendo amplamente largas na base e afinam com as pontas arredondadas.

Na versão de cachorro de pequeno porte e de pelo curto, essa raça apresenta pelagem bem assentada sobre todo o corpo, sendo um pouco maior no pescoço e cauda. O pelo é bem brilhoso e tem textura macia. Quanto as cores, todas as formas são permitidas – exceto o merle.


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guilherme rezende

Guilherme Rezende

Médico Veterinário formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Pós graduado em Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais pela Universidade Castelo Branco (UCB).

Cofundador do site Clube dos Bichos.

fabiano carregaro

Fabiano Carregaro

Médico Veterinário graduado pela Universidade de Brasília (UnB).
Mestre em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Cofundador do site Clube dos Bichos.


Fonte:

Confederação Brasileira de Cinofilia. (acesso em 29/12/2020)

American Kennel Club (AKC). (acesso em 29/12/2020)

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